sexta-feira, 13 de março de 2020

Tipos de Sujeito

Olá, 
para você, aluno(a) do 8º ano do Barão, estudar e fazer o mapa mental deste conteúdo.


Tipos de sujeito
Num enunciado completo nos é dada uma informação a respeito de alguém ou de alguma coisa. O ser de quem se informa algo denomina-se sujeito. A informação propriamente dita recebe o nome de predicado.

Margarida reforça o conteúdo de Língua Portuguesa pelo blog.

Margarida" é o sujeito, “reforça” é o verbo e a “o conteúdo de Língua Portuguesa pelo blog” é o predicado.

Sujeito simples e composto

Dependendo do núcleo, o sujeito pode ser simples ou composto.
É simples quando possui um só núcleo.
Como em: “O aluno quebrou a vidraça”.

Pode ser composto, quando possui mais de um núcleo.
Como em: “Fábio, Luiz e eu quebramos a vidraça.

É possível perceber que no sujeito simples “aluno” é o núcleo, já no sujeito composto, os núcleos são: “Fábio, Luiz, eu”.

Sujeito elíptico, oculto, subentendido ou desinencial

Às vezes, por questões estilísticas ou até mesmo por questão de precisão o sujeito simples não aparece expresso na oração, mas pode ser facilmente identificado pela desinência verbal.

Como no exemplo:  Estive com você ontem pela manhã. (Eu)
Ou então em:  Comemos muito. (Nós)

Esse tipo de sujeito também é conhecido como oculto, desinencial ou implícito na desinência verbal.

Sujeito determinado e indeterminado

Em relação à possibilidade de ser identificado ou não, o sujeito pode ser determinado ou indeterminado.

Assim, o sujeito é determinado quando é possível reconhecer gramaticalmente o sujeito da oração; é o que ocorre com o sujeito simples e o sujeito composto vistos anteriormente. Mesmo o sujeito implícito na desinência verbal é um sujeito determinado.

O sujeito é indeterminado quando a informação contida no predicado refere-se a um elemento que não se pode (ou não se quer) identificar. Como por exemplo:

(?) Falaram muito bem de você na reunião de ontem.
(?) Acredita-se na existência de vida fora do planeta de Terra.

O sujeito será indeterminado nas seguintes situações:


  • Quando o verbo estiver na terceira pessoa do plural e não há sujeito expresso na oração nem é possível identificá-lo pelo contexto. 

Temos como exemplo: (?) telefonaram para você.



Temos como exemplo:
(?) precisa-se de empacotadores ou anda
(?) acredita-se na existência de vida extraterrestre.

Oração sem sujeito
Temos a oração sem sujeito quando a informação veiculada pelo predicado não se refere a sujeito algum. 
Ocorre com os verbos impessoais, a saber:

  • Verbos que exprimem fenômenos naturais (chover, anoitecer, relampejar, nevar, trovejar, amanhecer e etc.).

Choveu muito no Rio de Janeiro.
Anoitece mais tarde hoje.

É importante lembrar que, se o verbo exprimir fenômeno natural em sentido figurado, haverá sujeito. Como no exemplo:

Choveram reclamações contra aquela marca. (Reclamações é o sujeito).

  • Os verbos fazer, ser, estar na indicação de tempo cronológico ou clima.

Faz dois anos que ele saiu.
É uma hora.

  • O verbo haver no sentido de existir ou indicando tempo transcorrido.

Havia cinco alunos naquela sala.
 dois meses não converso com meus colegas.

  • O verbo existir não é impessoal. Logo, ele possuirá sujeito expresso na oração, concordando normalmente com ele.

Existiam quatro pessoas interessadas na vaga “quatro pessoas interessadas na vaga”, é portanto, o sujeito da oração.

Os verbos impessoais e a questão da concordância

Os verbos impessoais (com exceção do verbo ser) devem ficar sempre na terceira pessoa do singular. Logo, na linguagem culta e na norma padrão, devemos sempre dizer:

Havia muitos carros na rua.
Faz cincos anos.

Inclusive, é válido destacar que, quando um verbo auxiliar se junta com um verbo impessoal, esse também deve ficar no modo singular:

Pode haver muitos carros na rua.
Vai fazer cinco anos.

 Por prof.ª Elisete, 13/03/20,às 17h50min

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Frase, oração, período

Olá,

para você entender o estudo da ANÁLISE SINTÁTICA DO PERÍODO SIMPLES - conteúdo do 8º ano, é importante saber os seguintes conceitos:

Frase, oração e período

Frase – É todo enunciado com significado, ou seja, é uma comunicação clara, precisa e de fácil entendimento entre os interlocutores, seja na língua falada ou escrita.
Neste caso, temos a frase nominal e verbal.

A frase nominal não é constituída por verbo.
Ex: Que dia lindo!

Já na frase verbal há a presença do verbo.

Ex: Preciso de sua ajuda.

Oração - É todo enunciado com sentido, porém há, necessariamente, a presença do verbo ou de uma locução verbal.  Este verbo, por sua vez, pode estar explícito ou subentendido. 

 Ex: Os garotos adoram ir ao cinema e depois ao clube.

Podemos perceber a presença do sujeito e do predicado.

Período – É um enunciado que se constitui de uma ou mais orações. Este se classifica em:

- Período simples - formado por apenas uma oração, também denominada de oração absoluta. 

Ex: Os professores entregaram as provas.

-Composto - formado por duas ou mais orações   

Ex: Hoje o dia está lindo, por isso os garotos irão ao cinema, ao clube e depois voltarão para casa felizes.

Para treinarmos um pouco mais sobre o assunto, façamos alguns exercícios completando as lacunas, atribuindo a nomenclatura de frase, período simples ou composto:

a) Pedro chegou estressado em casa. ________________________
b) Nossa! Pare com tantos comentários indesejáveis. ______________________
c) Razão e emoção... as duas vértices da vida. __________________________
d) Caso você venha amanhã, traga-me aquele seu vestido vermelho. __________
e) Não concordo com suas atitudes, pois elas vão de encontro aos meus princípios. ________________



Caro (a) aluno (a)!!

Estudar diariamente, de conformidade com a organização diária que foi combinada com os seus responsáveis. 

Seja compromissado (a) com a SUA APRENDIZAGEM!

Prof.ª Elisete, 26/02/20, às 21h04min

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Mensagem novo 8º ano

Olá,

envio-lhe uma mensagem motivadora para iniciarmos os trabalhos online no ano2020: eu aqui e você aí, em seu dispositivo eletrônico, incrementando nossas aulas com mais conhecimento na Língua Portuguesa, na Escola Barão.


Que tenhamos bons trabalhos e muita aprendizagem neste ano.

Abraço da prof.ª Elisete, 25/02/20, às 21h43min

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Roger tirou o racismo do armário

Olá,

na semana que vem estudaremos este Artigo de Opinião do escritor  Juremir Machado da Silva.

Vai lendo.

Roger tirou racismo do armário
Treinador deu a real sobre futebol brasileiro
       Quem não conhece Roger Machado? Ele é treinador de futebol. Dirige o Bahia. Foi ídolo do Grêmio como jogador. Roger é negro. Na série A, – a principal do Campeonato Brasileiro – só tem dois negros como técnicos: ele e Marcão, que está começando a carreira à frente do Fluminense. Treinadores de futebol costumam dar entrevistas robotizadas. Falam de esquema tático, caprichando na sopa de números, 4-4-2, 4-1-4-1, 4-2-3-1 e outros assim. Adoram também figuras geométricas imaginárias: quadrados, losangos e triângulos. Tomam cuidado para não pisar na bola de modo a dar munição aos críticos.
      Como dão entrevistas coletivas duas vezes por semana, após os jogos, estão sempre muito expostos e volta e meia se desentendem com a mídia. Depois da partida contra o Fluminense, ocasião em que os dois técnicos negros vestiram camiseta do Fórum de Observação Racial, Roger deu aula de sociologia aplicada para quem se dispôs a ouvir: "A estrutura social é racista, sempre foi racista. Nós temos um sistema de regras que é estabelecido pelo poder do Estado, das comunicações, da igreja. Quando esses poderes não enxergam ou não querem aceitar e assumir que o racismo existe, que é preciso corrigir esse curso, eles dizem que estamos nos vitimando ou que existe racismo reverso”.
      Acertou, como se diz no futebol, no ângulo, na forquilha, “lá onde o vento encosta o cisco”. Que bucha! Já teria sido o suficiente para fazer dessa entrevista uma das melhores e mais lúcidas já dadas por um técnico de futebol, mas Roger Machado tinha mais bala na agulha. Disparou um petardo de dar inveja aos maiores craques: “O preconceito que sofri não foi de injúria racial. O que sofro é quando vou a um restaurante e só tem eu de negro. Fiz uma faculdade onde só eu era negro. As pessoas podem falar que não há racismo porque estou aqui e eu nego: há racismo porque só eu estou aqui". Segurem essa.
      A história do “racismo reverso” como tática para negar o racismo contra negros é, no Brasil, a mais pura e cruel verdade. Tentativa de contra-ataque para, quem sabe, pegar o oponente desprevenido. Roger mostrou que analisa friamente o contexto brasileiro. Como é possível que tantos negros sejam jogadores de futebol e tão poucos comandem os principais times de um país? Servem para fazer o espetáculo dentro do campo, mas não para “mandar” nos grupos? Quantos presidentes negros já tiveram os grandes clubes brasileiros? O futebol é um dos meios que mais revelam a profundidade do nosso racismo. Torcedores racistas ofendendo jogadores negros povoam os estádios a cada jogo. O negro pode ser craque e ídolo, mas está sempre prestes a ser ofendido.
      Branco que erra é chamado de ruim. Negro quando falha ouve palavras que jamais deveriam ser pronunciadas. Roger Machado tirou o racismo do armário esportivo onde alguns gostariam de escondê-lo, como se fosse possível. Não há democracia racial no futebol. À beira dos gramados, comandando as equipes do primeiro escalão, só dois negros podem ser ouvidos. Marcão é experiência. Roger ainda pode ser o único.
18/10/2019 | 6:11


Boa leitura! 

Dia 20 de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra - vamos refletir sobre este importante tema e produzir textos.



Profª. Elisete, 14/11/19, às 11h8min


quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Pronome oblíquo como objeto



Boa tarde, 

boa noite, pessoal!

Estude esta aula postada hoje e assista o vídeo. 

Para aprender este conteúdo, esta antecipação da parte  teórica é muito importante. Está ok?!

Vamos lá!


Pronomes oblíquos como complemento verbal

Substituição de palavras por pronomes oblíquos átonos

Os pronomes oblíquos átonos funcionam sempre como complementos verbais, nunca como sujeitos – sempre sem preposição. São eles:
Singular: me, te, lhe, o, a, se.
Plural: nos, vos, lhes, os, as, se.

Segue uma série de frases como exercício para substituição dos complementos objetos diretos e indiretos pelos respectivos pronomes oblíquos átonos. As palavras a serem substituídas estão em itálico, as funções sintáticas a elas correspondentes estão indicadas nos parênteses    (  ):

«Não tenho condições de executar as tarefas.» (obj. dir.) «Não tenho condições de executá-las.

«Vou confessar meu erro ao Paulo.» (obj. ind.)
«Vou confessar-
lhe meu erro.»

«Lúcia chamou eu.» (obj.dir.)
«Lúcia 
me chamou.»

«Eu vi a estrela.» (obj.dir. )
«Eu 
a vi.»

«Eu beijei a Lúcia.».(obj. dir.)
«Eu 
a beijei.»

«João beijou a namorada e saiu.» (obj. dir.)
«João beijou-
a e saiu.»

«A professora pôs os boletins na mesa dela.» (obj.dir.)«A professora pô-los na mesa dela.»

«Eles trouxeram os livros.» (obj.dir.)
«Eles trouxeram-
nos

«As arrumadeiras estenderam os lençóis.» (obj.dir.)
«As arrumadeiras estenderam-
nos.

«A arrumadeira estendeu os lençóis.» (obj.dir.)
«A arrumadeira estendeu-
os

«Vimos os ladrões sair. (obj.dir.)
«Vimo-
los sair.

«Senti meu coração bater.» (obj.dir.)
«Senti-
o bater.»

«Senti minhas pernas tremer.» ( obj.dir.)
«Senti-
as tremer.»

«Fiz as meninas sentar.» (obj.dir.)
«Fi-
las sentar.»

«Até ontem dávamos presentes a eles.» (obj.ind.)
«Até ontem dávamos-
lhes presentes.»

«Vi as meninas no colégio.» (obj.dir.)
«Vi-
as no colégio.»

«Avisamos os nossos alunos que amanhã não haverá aula. (obj.dir.)
«Avisamo-
los que amanhã não haverá aula.

«Entregaram o convite ao diretor.» (obj. ind.)
«Entregaram-
lhe o convite.»

Entenda como esse processo (substituição) acontece.

Os pronomes pessoais do caso oblíquo

Os pronomes oblíquos oaosas são obrigatoriamente objetos diretos:
«Pedro levou-a para dançar.»
«Redigiu-as com carinho, afinal, eram as cartas para a namorada.»


Depois das formas verbais terminadas em 'r', 's' ou 'z', os pronomes oaasos assumem a antiga forma 'lo', 'la', 'los', 'las', suprindo-se o r, s, z:
«Olhei a casa e pensei em reformá-la - transformá-la num estilo mais moderno.»
«Não pensei duas vezes, fi-lo no primeiro impulso.»


Os pronomes lhelhes são objetos indiretos:
«Paulo rompeu com o seu chefe: entregou-lhe os papéis e saiu para nunca mais.»
«O diretor enviou-lhes o convite pelo correio.»


CLIQUE AQUI E FAÇA ATIVIDADES ONLINE SOBRE OS OBJETOS


ASSISTA OS VÍDEOS!




LEIA, COPIE, RESUMA!! ASSIM VOCÊ VAI APRENDER!

PROFª. ELISETE

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

VERBOS MODO SUBJUNTIVO - VÍDEO

Olá, como você está?

A tarefa é copiar a teoria do MODO SUBJUNTIVO DO VERBO e assistir ao vídeo anexo.



Os tempos do subjuntivo

O modo subjuntivo é utilizado para indicar um fato incerto, exprime condição, incerteza e dúvida.

Uma característica particular desse modo verbal é sua dependência em relação a outro verbo. Logo, é muito comum ver o modo subjuntivo em orações subordinadas.

O modo subjuntivo tem três tempos básicos.

• Presente
• Pretérito imperfeito
• Futuro

Quando e como utilizar cada um dos tempos verbais do subjuntivo? Veja a seguir:

presente assinala:

• Uma ação duvidosa, incerta, que poderá ser realizada ou não: Quem sabe ela venha à reunião?
• Um desejo, uma vontade: Então, que você seja muito feliz no seu novo colégio.

Pretérito imperfeito:

• Um fato que exprime condição e está associado com o futuro do pretérito do indicativo: 
Se você tivesse dinheiro, compraria uma loja.

futuro assinala:

• Uma ação possível ou uma condição: 
Se você estiver disponível, faremos a reunião amanhã.
Presente - indica uma possibilidade, um fato incerto no presente.
  • Que eu - fale
  • Que tu - fales
  • Que ele - fale
  • Que nós - falemos
  • Que vós - faleis
  • Que eles - falem


Pretérito imperfeito - indica a possibilidade de um fato ter acontecido ou não.
  • Se eu - falasse
  • Se tu - falasses
  • Se ele - falasse
  • Se nós - falássemos
  • Se vós - falásseis
  • Se eles - falassem


Futuro – indica a possibilidade de um fato vir a acontecer:
  • ·        Quando eu falar
  • ·        Quando tu falares
  • ·        Quando ele/ela falar
  • ·        Quando nós falarmos
  • ·        Quando vós falardes
  • ·        Quando eles/elas falarem

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Profª Elisete, 26/09/19, às 10h47min